Ponto Eletrônico para Equipes de Campo: Funciona? É legal ou ilegal?


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“Bater ponto”, afinal, é bom para o empregado? E para a empresa?

Imagine você, promotor, que em diversos dias acaba trabalhando alguns minutos a mais. Ao final do mês, qual é a soma destes minutinhos a mais? E ao final do ano? Se você faz hora extra, tem direito de receber por isto.

Agora, vamos nos colocar no lugar do RH de uma empresa fictícia com dezenas ou centenas de promotores em campo todos os dias. Como saber quem está realmente fazendo hora extra? Como ser justo e remunerar estes bons profissionais por este trabalho extra? E, por que não, como saber quem está trabalhando menos do que deveria?

Voltando a você, promotor, que cumpre suas horas de trabalho. É justo que você receba o mesmo salário de um promotor que trabalha menos tempo que deveria? Sabemos que este segundo caso é formado por uma minoria, principalmente aqui no PDV Ativo, onde eu tenho certeza que os promotores são diferenciados!

Se você é promotor de vendas, realiza trabalho externo, então provavelmente tem uma opinião sobre o assunto. Do ponto de vista do empregado, o controle de ponto é a única forma justa de garantir o merecido pagamento de horas extras. Se o trabalhador externo realiza horas extras, é muito justo que seja remunerado por isto. Do ponto de vista da empresa, o controle de ponto é a única forma de garantir este direito para seus trabalhadores externos, também de uma forma justa. Se o controle de ponto não fosse algo bom para o empregado, o Ministério do Trabalho não exigiria isto das empresas.

Porém, como garantir isto, se nós estamos falando de colaboradores externos?

Graças às mudanças positivas nas leis e aos avanços na tecnologia, agora é possível.

Do ponto de vista legal, este formato de controle de jornada está assegurado na Portaria 373 do Ministério do Trabalho, que trata sobre Sistemas Alternativos de Controle de Jornada de Trabalho. Para se aprofundar no assunto, recomendo a leitura: http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A2E2A24F3012E6DD66E2F0092/p_20110225_373%20doc.pdf

O tema é relativamente novo. O primeiro acordo aconteceu em 2011, assinado entre um dos mais importantes sindicatos brasileiros – o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e a Mercedes-Benz (leia a matéria completa no site do sindicato: http://www.smabc.org.br/smabc/materia.asp?id_CON=24679&id_SEC=12)

Este é um importante requisito para utilizar ponto eletrônico: antes de mais nada, o sindicato precisa entender, aprovar e aceitar o formato, por meio de um Acordo Coletivo com a empresa que pretende utilizar. Na matéria citada, o então presidente do sindicato, Sérgio Nobre afirma que “Só vamos assinar se o Sindicato estiver dentro da fábrica, com poderes de controlar os acordos assinados e evitar qualquer tipo de fraude”.

Ao longo dos últimos anos, percebemos que os sindicatos vem defendendo a Portaria 373 e controle de ponto justamente pela transparência gerada, e por assegurar direitos fundamentais dos trabalhadores.

Como funciona na prática?

O colaborador externo (como o promotor de vendas) utiliza um aplicativo, contratado pela sua empresa, para realizar a batida de ponto. Este aplicativo é utilizado em um celular também disponibilizado pela sua empresa.

Ao iniciar seu horário de trabalho, sua primeira ação é bater o ponto. Ao finalizar sua jornada de trabalho, o colaborador externo realiza a batida de saída do seu ponto. Tudo fica registrado no aplicativo e é sincronizado com o sistema do RH da empresa de forma automática (através plano de dados). É muito importante que o sistema esteja sempre disponível: mesmo se o celular estiver sem sinal de internet, o aplicativo precisa obrigatoriamente funcionar offline. Isto garante que o horário de trabalho seja contabilizado corretamente.

Na prática, o ponto eletrônico remoto funciona de forma muito parecida ao relógio de ponto – as regras são praticamente as mesmas, assegurando o direito do trabalhador.

E você, promotor de vendas, gostaria de utilizar um sistema remoto para batida de ponto eletrônico?


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[Infográfico] Resultado da Pesquisa do Perfil do Trade Marketing Brasileiro


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Algumas semanas atrás realizamos uma pesquisa com os profissionais de trade marketing que visitam nosso site periodicamente. Estes profissionais abrangem desde a execução, representada pelos promotores de venda até à gestão, representada pelos supervisores, coordenadores, analistas e diretores de trade.

A pesquisa foi divida em duas partes: a primeira focada nos promotores de venda com perguntas como, idade média, tempo de empresa, faixa de remuneração e nível de formação.

A segunda parte da pesquisa abordou os gestores e levantou dados como, segmento de atuação, ramo de negócio, tamanho da equipe de equipe de campo, se são terceirizadas, próprias ou ambas. Leia mais…


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PROMOTOR DE VENDAS – TODO DIA É UM RECOMEÇO


 

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Estamos começando um novo mês, o mês de Outubro. Daqui 3 meses estaremos recomeçando um novo ano, amanhã recomeçaremos um novo dia! Assim é a vida, um eterno recomeço! A cada sessenta segundos começamos um novo minuto, e a cada sessenta minutos recomeçamos uma nova hora e assim vamos recomeçando a vida todos os dias.

Recomeçamos sempre, a todo instante! Damos um “reset” no computador para ele ficar mais rápido, atualizar ou apenas porque ele está travando. Fazemos isso com celulares, com os aparelhos da TV a cabo, com os modens de internet e com outros inúmeros aparelhos que facilitam muito a nossa vida (quando não estão travados!!!). Ok, mas o que isso tem a ver com estar atuando como um Promotor de Vendas? Tudo! Quantas vezes ficamos sem boas ideias para montar um novo corner, para argumentar com o responsável pelo PDV e conquistar um espaço melhor nas gondolas? Leia mais…


Categorias: Merchandising

Trade Marketing, Comercial e Marketing: quais são os seus verdadeiros papeis no processo de venda?


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Com uma pitada da sua reconhecida genialidade, Peter Drucker é autor da polêmica afirmação: “Há apenas duas funções em negócios: marketing e inovação. Todo o restante são custos.”

Por si só, a afirmação coloca os dois conceitos no pedestal de qualquer organização. Porém, ao estudarmos as obras de Drucker mais a fundo, perceberemos que a função do marketing está presente em todos os setores de uma empresa. A dissociação é impossível. Nas cadeiras de administração de marketing durante a graduação, por diversas vezes estive frente a frente com um Drucker em mãos despertando uma inquietação: “Quem esse sujeito pensa que é, querendo colocar o marketing como responsável por tudo, como centro de todos os processos da empresa?”. Ao estudar “praça”, um dos 4 P’s, eu pensava: “Mas isto não é marketing, é logística!”. Os últimos anos felizmente abriram-me os olhos. Como administrador de uma empresa de tecnologia, percebo agora como a genialidade de Drucker parte justamente deste ponto: toda organização pensando e trabalhando em prol do seu posicionamento no mercado. Leia mais…


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A importância do atendimento ao cliente pelo promotor de vendas.


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Certa vez eu perguntei a minha equipe de promotores quem era o nosso patrão. Ouvi quase que em coro o nome do dono da empresa. O silêncio pairou no ar quando falei que todos estavam errados. Muitos até ficaram preocupados e se questionando: “- Será que ele vendeu a empresa”? Houve um alívio no momento que falei que o nosso patrão na verdade era nosso cliente e não o dono da empresa como se supunha.

Para o promotor de vendas essa definição tem uma importância dupla. Como assim? É muito simples, o promotor de vendas tem que ter em mente que o seu cliente é tanto o varejista como o consumidor final. Para um melhor entendimento leia nosso artigo “O que é sell-out No PDV e por que o promotor deve se preocupar com ele”. Leia mais…


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