Você conhece Cross Merchandising ??


cross merchandising

Merchandising todo mundo já sabe o que é, certo? E Cross, alguém sabe? Cross é uma palavra que vem do inglês e significa cruzar, cruzamento…. mas o que tem a ver uma coisa com a outra?

Cross Merchandising é uma técnica que vem crescendo muito nos diversos PDV’s que temos por aqui! A técnica consiste em aumentar as vendas dos produtos que normalmente são esquecidos pelos compradores, ou então impulsionar mais ainda as vendas, correlacionando o produto X com o produto Y. Pareceu confuso, péra ai que vou dar um exemplo e vai ficar bem mais fácil… Leia mais…


Categorias: Merchandising

O Trade Marketing no Varejo : A importância da interação da Indústria e do varejo em busca do shopper


CoupleShopping

São poucos os varejistas do Brasil que possuem em sua estrutura um setor de trade marketing, que é um setor mais comum nas indústrias. Normalmente quando um profissional de trade marketing da indústria visita o escritório do canal, quem o atende é o comprador da categoria que representa o seu produto. Nessas visitas o profissional de trade da indústria, normalmente, tem em mente ações de trade marketing que podem ser implementadas nos PDVs e trará aumento do sell out de seus produtos, mas na mente dos compradores, o mais comum é solicitar ao trade marketing verba para anunciar seus produtos em encartes, compra de espaço no PDV, compra de serviços e publicidades nas lojas, etc. Investimentos que nem sempre apresenta um estudo de sell out que os garanta o ROI desejado pela indústria.

Felizmente o setor de trade marketing, que cada dia mais se evolui nas indústrias já começam a fazer parte da realidade do varejo, nem sempre encontramos no varejo um setor de trade marketing, porem vimos que sua cultura, que tem como alicerce o sell in e sell out interligados no ganha-ganha, onde a indústria enxerga o retorno do investimento e o canal o retorno de vendas, já está enraizada. Aos poucos isso passa a ser uma realidade, onde nem sempre o varejo exige um investimento à parte, mas sim um investimento de troca de informações e implementação de ações que tragam resultados para ambas as partes.

Leia mais…


Categorias: Trade Marketing

[Whitepaper] 6 Maiores Desafios que os Gestores de Trade Marketing Enfrentam e como Resolvê-los


whitepapertitulo

Geralmente, os desafios de trade marketing costumam ser os mesmos para os gestores, não importando de onde são ou em que segmento atuam. Por isso, separamos os obstáculos bem comuns na vida dos gestores de trade marketing. Será que são os mesmos que os seus?

  1. Dificuldade e lentidão para analisar e tomar decisões
  2. Dificuldade para planejar rotas com ROI garantido
  3. Dificuldade para comprovar visitas aos PDVs
  4. Falta de controle da jornada e das faltas da equipe
  5. Dificuldade para monitorar a equipe de campo
  6. Falta de comunicação

 

BOTAO

 


Categorias: Trade Marketing

Ponto Eletrônico para Equipes de Campo: Funciona? É legal ou ilegal?


ponto-eletronico

“Bater ponto”, afinal, é bom para o empregado? E para a empresa?

Imagine você, promotor, que em diversos dias acaba trabalhando alguns minutos a mais. Ao final do mês, qual é a soma destes minutinhos a mais? E ao final do ano? Se você faz hora extra, tem direito de receber por isto.

Agora, vamos nos colocar no lugar do RH de uma empresa fictícia com dezenas ou centenas de promotores em campo todos os dias. Como saber quem está realmente fazendo hora extra? Como ser justo e remunerar estes bons profissionais por este trabalho extra? E, por que não, como saber quem está trabalhando menos do que deveria?

Voltando a você, promotor, que cumpre suas horas de trabalho. É justo que você receba o mesmo salário de um promotor que trabalha menos tempo que deveria? Sabemos que este segundo caso é formado por uma minoria, principalmente aqui no PDV Ativo, onde eu tenho certeza que os promotores são diferenciados!

Se você é promotor de vendas, realiza trabalho externo, então provavelmente tem uma opinião sobre o assunto. Do ponto de vista do empregado, o controle de ponto é a única forma justa de garantir o merecido pagamento de horas extras. Se o trabalhador externo realiza horas extras, é muito justo que seja remunerado por isto. Do ponto de vista da empresa, o controle de ponto é a única forma de garantir este direito para seus trabalhadores externos, também de uma forma justa. Se o controle de ponto não fosse algo bom para o empregado, o Ministério do Trabalho não exigiria isto das empresas.

Porém, como garantir isto, se nós estamos falando de colaboradores externos?

Graças às mudanças positivas nas leis e aos avanços na tecnologia, agora é possível.

Do ponto de vista legal, este formato de controle de jornada está assegurado na Portaria 373 do Ministério do Trabalho, que trata sobre Sistemas Alternativos de Controle de Jornada de Trabalho. Para se aprofundar no assunto, recomendo a leitura: http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A2E2A24F3012E6DD66E2F0092/p_20110225_373%20doc.pdf

O tema é relativamente novo. O primeiro acordo aconteceu em 2011, assinado entre um dos mais importantes sindicatos brasileiros – o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e a Mercedes-Benz (leia a matéria completa no site do sindicato: http://www.smabc.org.br/smabc/materia.asp?id_CON=24679&id_SEC=12)

Este é um importante requisito para utilizar ponto eletrônico: antes de mais nada, o sindicato precisa entender, aprovar e aceitar o formato, por meio de um Acordo Coletivo com a empresa que pretende utilizar. Na matéria citada, o então presidente do sindicato, Sérgio Nobre afirma que “Só vamos assinar se o Sindicato estiver dentro da fábrica, com poderes de controlar os acordos assinados e evitar qualquer tipo de fraude”.

Ao longo dos últimos anos, percebemos que os sindicatos vem defendendo a Portaria 373 e controle de ponto justamente pela transparência gerada, e por assegurar direitos fundamentais dos trabalhadores.

Como funciona na prática?

O colaborador externo (como o promotor de vendas) utiliza um aplicativo, contratado pela sua empresa, para realizar a batida de ponto. Este aplicativo é utilizado em um celular também disponibilizado pela sua empresa.

Ao iniciar seu horário de trabalho, sua primeira ação é bater o ponto. Ao finalizar sua jornada de trabalho, o colaborador externo realiza a batida de saída do seu ponto. Tudo fica registrado no aplicativo e é sincronizado com o sistema do RH da empresa de forma automática (através plano de dados). É muito importante que o sistema esteja sempre disponível: mesmo se o celular estiver sem sinal de internet, o aplicativo precisa obrigatoriamente funcionar offline. Isto garante que o horário de trabalho seja contabilizado corretamente.

Na prática, o ponto eletrônico remoto funciona de forma muito parecida ao relógio de ponto – as regras são praticamente as mesmas, assegurando o direito do trabalhador.

E você, promotor de vendas, gostaria de utilizar um sistema remoto para batida de ponto eletrônico?


Categorias: Tecnologia

[Infográfico] Resultado da Pesquisa do Perfil do Trade Marketing Brasileiro


infográfico trade marketing

Algumas semanas atrás realizamos uma pesquisa com os profissionais de trade marketing que visitam nosso site periodicamente. Estes profissionais abrangem desde a execução, representada pelos promotores de venda até à gestão, representada pelos supervisores, coordenadores, analistas e diretores de trade.

A pesquisa foi divida em duas partes: a primeira focada nos promotores de venda com perguntas como, idade média, tempo de empresa, faixa de remuneração e nível de formação.

A segunda parte da pesquisa abordou os gestores e levantou dados como, segmento de atuação, ramo de negócio, tamanho da equipe de equipe de campo, se são terceirizadas, próprias ou ambas. Leia mais…


Categorias: Merchandising

Pág. 1 de 56
FACEBOOK